Autor: C. S. Lewis
Editora: Martins Fontes
"O que aqui se conta aconteceu há muitos anos, quando vovô ainda era menino. É uma história da maior importância, pois explica como começaram as idas e vindas entre o nosso mundo e a terra de Nárnia."
A aventura começa quando Digory e Polly vão parar no gabinete secreto do excêntrico tio André. Ludibriada por ele, Polly toca o anel mágico e desaparece. Digory, aterrorizado, decide partir imediatamente em busca da amiga no Outro Mundo. Lá ele encontra Polly e, juntos, ouvem Aslam cantar sua canção ao criar o mundo encantado de Nárnia, repleto de sol, árvores, flores, relva e animais.
Pra quem não sabe "As Crônicas de Nárnia" é composta de sete volumes.
Nesse primeiro volume, nós conhecemos como Nárnia foi criada, como a feiticeira foi parar lá, a origem do armário que transporta as crianças pra lá, entre outros detalhes que descobrir lendo é muito mais interessante do que por um post-resenha rsrsrs.
O livro é curto e a leitura flui fácil e rapidamente (quase nem da pra sentir), o leitor tem que ter em mente que é um livro voltado ao público infantil, portanto para alguns desavisados o livro pode parecer bobo demais, e acabar se desapontando por esperar algo mais maduro (dizendo de modo bem, mas bem vulgar é isso).
Entretanto, deixo bem claro que a história não é nem um pouco rasa e bobinha como pode parecer a princípio. C. S. Lewis trás em "As Crônicas de Nárnia" uma mistura de mitologia nórdica, grega, alusões a bíblia e contos de fadas. Bom, recomendo a leitura pra quem gosta de histórias fantásticas. Esse primeiro volume é muito interessante. Tô ansioso pra começar o próximo volume "O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa", quem já viu a adaptação cinematográfica sabe que a história é foda e vale a pena.
Espero que tenham gostado, voltem sempre!
“Mas a eternidade com um coração mau é a perenidade da desgraça. Todos conquistam o que desejam, mas nem sempre se satisfazem com isso.”
“O negócio é este: quando a gente quer se fazer de tolo, quase sempre consegue.”



